segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Conheça os cartões de crédito com as menores taxas

Conhecer os cartões de crédito com as menores taxas pode ser uma “mão na roda” na hora de escolher o seu. É uma forma de economizar dinheiro.

Além disso, alguns cartões costumam falar que não cobram a anuidade, porém vinculam a isenção a um gasto mínimo ou por um determinado período.

A Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores (Proteste) fez uma comparação dos cartões de crédito com as menores taxas de juros de crédito rotativo.

Foram comparados 129 cartões de 16 instituições financeiras diferentes. É importante lembrar que os juros são cobrados quando o consumidor não paga o valor total da fatura até a data de vencimento.

cartões de crédito com as menores taxas
É possível contratar serviços de crédito com taxas menores

Dos 129 cartões analisados, apenas os do Nubank, Credicard Zero, Hipercard, Banco Inter (Gold, Platinum e Black) e Digio não cobram anuidade.

Entre os que anunciam que não cobram taxas, mas impõem um gasto mínimo estão Ourocard Fácil, do Banco do Brasil, e o Santander Free, do Santander.

Já os cartões da Banrisul e o Ourocard Elo Mais, do Banco do Brasil, têm isenção da anuidade somente no primeiro ano.

Conheça os cartões de crédito com as menores taxas

Você já sabe quais são os cartões de crédito que cobram após um ano de uso, os que não cobram anuidade e os que impõem um gasto mínimo. Conheça agora quais são os cartões de crédito com as menores taxas:

  • Banco Inter Gold, Platinum e Black: 79,59% de juros ao ano;
  • Itaucard Master Black e Multiplus Visa Infinite: 92,59% de juros ao ano;
  • Ourocard Master Black e Visa Infinite: 105,59% de juros ao ano;
  • Citi Black: 136,32% de juros ao ano;
  • Caixa Elo Nanquim, Masterblack e Visa Infinite: 151,82% de juros ao ano;
  • Santander Aadvantage Black: 171,82% de juros ao ano.

É importante deixar claro que as taxas de juros citadas são as de rotativo.

Os cartões com as maiores taxas

Assim como foi realizada a comparação dos cartões de créditos com as menores taxas, a Proteste também fez a pesquisa com os cartões com as maiores taxas.

Veja a lista:

  • Banco Pan Nacional e Internacional: 829,98% de juros ao ano;
  • Banco Pan Gold: 743,47% de juros ao ano;
  • Banrisul Classic e Standard: 620,73% de juros ao ano;
  • Hipercard: 588,94% de juros ao ano;
  • Banrisul Gold: 549,57% de juros ao ano;
  • Banco Votorantim Gold: 501,39% de juros ao ano;
  • Banco Pan Platinum: 478,89% de juros ao ano.

Taxas de juros dos cartões isentos de anuidade

Outra comparação realizada pela Proteste é dos cartões de crédito que estão isentos de anuidade, porém têm taxas de juros rotativos ao ano.

Confira a taxa de cada um deles:

  • Banco Inter (Gold, Platinum Black): 79,59% de juros ao ano;
  • Digio: 249,47% de juros ao ano;
  • Credicard Zero: 290,52% de juros ao ano;
  • Nubank: 385,16% de juros ao ano;
  • Hipercard: 588,94% de juros ao ano.

Como funciona o crédito rotativo dos cartões de crédito

Na comparação realizada pela Proteste, para saber quais cartões de crédito têm as menores taxas, foi levado em consideração o crédito rotativo. Você sabe como ele funciona?

Esse tipo de crédito é utilizado pelas pessoas que não querem ou não podem pagar o valor total da fatura do cartão de crédito até a data do vencimento.

Mas elas pretendem pagar o saldo devedor em breve, por exemplo logo no próximo mês. Para que isso ocorra, é necessário que o consumidor pague o valor mínimo ou qualquer outro valor da fatura.

cartão-de-crédito-consignado-sem-anuidade
Os juros rotativos do cartão de crédito costumam ser altos

Dessa forma, o restante deverá ser automaticamente financiado e lançado para o próximo mês. Às vezes a melhor alternativa é financiar a fatura em vez de pagar a multa e os juros, que podem ser bem altos.

O crédito rotativo disponível diminui conforme o cliente o utiliza, e aumenta na medida que o pagamento da fatura do cartão de crédito é realizado. É assim que funciona o crédito rotativo.

Dessa forma, o seu limite de crédito só é recuperado com o pagamento dos juros mais os extras do valor principal.

Saiba como não entrar no crédito rotativo

Se você não quer pagar esses juros altos na fatura do seu cartão de crédito, saiba que existem algumas atitudes que podem evitar isso. Confira abaixo:

-> Conheça as taxas de juros que são cobradas, você pode pesquisar ou até mesmo perguntar ao seu banco;

-> Sempre anote os gastos para ter um controle e não gastar mais do que você pode quando a fatura do cartão chegar;

-> Pague o total da fatura sempre que puder. Dessa forma, você evita que qualquer tipo de juros seja cobrado futuramente.

Vale ressaltar aqui que é melhor você pagar qualquer valor, até mesmo o mínimo, do que não pagar nada e deixar a fatura total em atraso. Isso porque ficar sem pagar o cartão de crédito pode gerar ainda mais juros.

Cartões de crédito sem anuidade: os 10 melhores

Você está procurando cartões de crédito sem anuidade? Eles definitivamente conquistaram o seu espaço na economia brasileira. De acordo com estudo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 77% dos brasileiros utilizam cartão de crédito.

No entanto, 72% dos usuários não sabe quanto paga pelos juros no crédito rotativo quando deixa de quitar o valor integral da fatura. Por isso, uma ajuda é saber que alguns deles são realmente livres de anuidade.

Outros abatem a anuidade de acordo com o valor dos seus gastos. Há também os cartões digitais sem anuidade (de fintechs) e os cartões dos bancos tradicionais. Conheça os melhores cartões de crédito sem anuidade.

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Conheça os cartões de crédito com as menores taxas

Conhecer os cartões de crédito com as menores taxas pode ser uma “mão na roda” na hora de escolher o seu. É uma forma de economizar dinheiro.

Além disso, alguns cartões costumam falar que não cobram a anuidade, porém vinculam a isenção a um gasto mínimo ou por um determinado período.

A Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores (Proteste) fez uma comparação dos cartões de crédito com as menores taxas de juros de crédito rotativo.

Foram comparados 129 cartões de 16 instituições financeiras diferentes. É importante lembrar que os juros são cobrados quando o consumidor não paga o valor total da fatura até a data de vencimento.

cartões de crédito com as menores taxas
É possível contratar serviços de crédito com taxas menores

Dos 129 cartões analisados, apenas os do Nubank, Credicard Zero, Hipercard, Banco Inter (Gold, Platinum e Black) e Digio não cobram anuidade.

Entre os que anunciam que não cobram taxas, mas impõem um gasto mínimo estão Ourocard Fácil, do Banco do Brasil, e o Santander Free, do Santander.

Já os cartões da Banrisul e o Ourocard Elo Mais, do Banco do Brasil, têm isenção da anuidade somente no primeiro ano.

Conheça os cartões de crédito com as menores taxas

Você já sabe quais são os cartões de crédito que cobram após um ano de uso, os que não cobram anuidade e os que impõem um gasto mínimo. Conheça agora quais são os cartões de crédito com as menores taxas:

  • Banco Inter Gold, Platinum e Black: 79,59% de juros ao ano;
  • Itaucard Master Black e Multiplus Visa Infinite: 92,59% de juros ao ano;
  • Ourocard Master Black e Visa Infinite: 105,59% de juros ao ano;
  • Citi Black: 136,32% de juros ao ano;
  • Caixa Elo Nanquim, Masterblack e Visa Infinite: 151,82% de juros ao ano;
  • Santander Aadvantage Black: 171,82% de juros ao ano.

É importante deixar claro que as taxas de juros citadas são as de rotativo.

Os cartões com as maiores taxas

Assim como foi realizada a comparação dos cartões de créditos com as menores taxas, a Proteste também fez a pesquisa com os cartões com as maiores taxas.

Veja a lista:

  • Banco Pan Nacional e Internacional: 829,98% de juros ao ano;
  • Banco Pan Gold: 743,47% de juros ao ano;
  • Banrisul Classic e Standard: 620,73% de juros ao ano;
  • Hipercard: 588,94% de juros ao ano;
  • Banrisul Gold: 549,57% de juros ao ano;
  • Banco Votorantim Gold: 501,39% de juros ao ano;
  • Banco Pan Platinum: 478,89% de juros ao ano.

Taxas de juros dos cartões isentos de anuidade

Outra comparação realizada pela Proteste é dos cartões de crédito que estão isentos de anuidade, porém têm taxas de juros rotativos ao ano.

Confira a taxa de cada um deles:

  • Banco Inter (Gold, Platinum Black): 79,59% de juros ao ano;
  • Digio: 249,47% de juros ao ano;
  • Credicard Zero: 290,52% de juros ao ano;
  • Nubank: 385,16% de juros ao ano;
  • Hipercard: 588,94% de juros ao ano.

Como funciona o crédito rotativo dos cartões de crédito

Na comparação realizada pela Proteste, para saber quais cartões de crédito têm as menores taxas, foi levado em consideração o crédito rotativo. Você sabe como ele funciona?

Esse tipo de crédito é utilizado pelas pessoas que não querem ou não podem pagar o valor total da fatura do cartão de crédito até a data do vencimento.

Mas elas pretendem pagar o saldo devedor em breve, por exemplo logo no próximo mês. Para que isso ocorra, é necessário que o consumidor pague o valor mínimo ou qualquer outro valor da fatura.

cartão-de-crédito-consignado-sem-anuidade
Os juros rotativos do cartão de crédito costumam ser altos

Dessa forma, o restante deverá ser automaticamente financiado e lançado para o próximo mês. Às vezes a melhor alternativa é financiar a fatura em vez de pagar a multa e os juros, que podem ser bem altos.

O crédito rotativo disponível diminui conforme o cliente o utiliza, e aumenta na medida que o pagamento da fatura do cartão de crédito é realizado. É assim que funciona o crédito rotativo.

Dessa forma, o seu limite de crédito só é recuperado com o pagamento dos juros mais os extras do valor principal.

Saiba como não entrar no crédito rotativo

Se você não quer pagar esses juros altos na fatura do seu cartão de crédito, saiba que existem algumas atitudes que podem evitar isso. Confira abaixo:

-> Conheça as taxas de juros que são cobradas, você pode pesquisar ou até mesmo perguntar ao seu banco;

-> Sempre anote os gastos para ter um controle e não gastar mais do que você pode quando a fatura do cartão chegar;

-> Pague o total da fatura sempre que puder. Dessa forma, você evita que qualquer tipo de juros seja cobrado futuramente.

Vale ressaltar aqui que é melhor você pagar qualquer valor, até mesmo o mínimo, do que não pagar nada e deixar a fatura total em atraso. Isso porque ficar sem pagar o cartão de crédito pode gerar ainda mais juros.

Cartões de crédito sem anuidade: os 10 melhores

Você está procurando cartões de crédito sem anuidade? Eles definitivamente conquistaram o seu espaço na economia brasileira. De acordo com estudo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 77% dos brasileiros utilizam cartão de crédito.

No entanto, 72% dos usuários não sabe quanto paga pelos juros no crédito rotativo quando deixa de quitar o valor integral da fatura. Por isso, uma ajuda é saber que alguns deles são realmente livres de anuidade.

Outros abatem a anuidade de acordo com o valor dos seus gastos. Há também os cartões digitais sem anuidade (de fintechs) e os cartões dos bancos tradicionais. Conheça os melhores cartões de crédito sem anuidade.

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Franquia O Boticário: qual o valor e como abrir?

Quem nunca sonhou em ter o seu próprio negócio? Muitas pessoas têm o desejo de ter uma empresa ou uma loja de produtos que se identificam. Para quem gosta de cosméticos, maquiagem e perfumes uma boa opção pode ser a franquia O Boticário.

Ela atua há mais de 40 anos no mercado de cosméticos, além de ser a maior rede de franquias do Brasil e do mundo nesta área.

A empresa é líder absoluta em número de pontos de venda. E conta atualmente com cerca de 3,8 mil unidades espalhadas por todo o país.

Economizar com produtos de beleza
Para abrir uma franquia O Boticário é necessário cumprir alguns pré-requisitos da empresa

Se você quer abrir uma franquia O Boticário, precisa saber que existem alguns pré-requisitos, como por exemplo o perfil do franqueado que é exigido pela empresa.

Agora você deve estar se perguntando: “será que vale a pena abrir uma franquia O Boticário?”. A resposta é sim.

Isso porque além de O Boticário ser uma empresa consolidada, ela também é referência até mesmo fora do país. Vale ressaltar ainda que os produtos comercializados pela marca têm um alto giro no mercado.

E algumas das marcas produzidas pela empresa já se tornaram clássicos nacionais, como por exemplo as linhas Malbec, Nativa Spa e Quasar.

Conheça o perfil necessário para abrir a franquia O Boticário

Se você se interessou na Franquia O Boticário e está pensando em abrir uma, saiba que é necessário ter um perfil imposto pela empresa.

Sendo assim, veja abaixo se você tem as principais características para ser um franqueado da marca.

  • Identificação com o segmento de cosméticos;
  • Dedicação integral e exclusiva à franquia;
  • Experiência de no mínimo 12 meses no varejo;
  • Graduação concluída na área de gestão de negócios e similares.

Caso você tenha pós-graduação ou especialização em gestão de negócios ou marketing, este poderá ser um diferencial para conseguir ingressar no negócio.

Saiba quanto custa uma franquia O Boticário

Um ponto importante que deve ser levado em consideração na hora de decidir abrir uma franquia O Boticário é o valor a ser investido. O dinheiro a ser aplicado no negócio varia de acordo com o tipo de empreendimento que você pretende abrir.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF) quem quiser abrir um quiosque do O Boticário será necessário investir R$90 mil. Enquanto para a loja o valor do investimento é de R$500 mil.

Vale ressaltar ainda que os valores não estão discriminados no site da empresa, o que acaba dificultando indicar quais são os custos exatos ao abrir uma franquia O Boticário.

É importante frisar também que independente de qual modalidade você escolha, seja o quiosque ou a loja, o empreendedor deve guardar uma quantia de dinheiro para utilizar como capital de giro. O valor pode ser em torno de R$50 mil.

Para quem não sabe O Boticário foi fundado em 1977 e já conta com 3.974 unidades, sendo destas 170 somente no exterior. E o Retorno Sobre o Investimento (ROI) é tido de 18 a 36 meses.

Descubra o lucro da franquia O Boticário

Antes de abrir um negócio é necessário saber se ele terá algum retorno. O faturamento médio mensal de uma loja do Boticário varia de R$70 mil a R$100 mil, dependendo da época do ano. Como por exemplo no Natal, que as lojas da marca costumam faturar alto.

O percentual de lucro em cima desses valores chega a 10%. Vale ressaltar que a marca não cobra royalties. Porém, o franqueado precisa realizar uma compra mínima todo mês.

Na modalidade de quiosque não se tem a informação de quanto é possível faturar por mês. E a taxa de contribuição para a marca é de 38%, calculado sobre as compras.

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Franquia O Boticário: qual o valor e como abrir?

Quem nunca sonhou em ter o seu próprio negócio? Muitas pessoas têm o desejo de ter uma empresa ou uma loja de produtos que se identificam. Para quem gosta de cosméticos, maquiagem e perfumes uma boa opção pode ser a franquia O Boticário.

Ela atua há mais de 40 anos no mercado de cosméticos, além de ser a maior rede de franquias do Brasil e do mundo nesta área.

A empresa é líder absoluta em número de pontos de venda. E conta atualmente com cerca de 3,8 mil unidades espalhadas por todo o país.

Economizar com produtos de beleza
Para abrir uma franquia O Boticário é necessário cumprir alguns pré-requisitos da empresa

Se você quer abrir uma franquia O Boticário, precisa saber que existem alguns pré-requisitos, como por exemplo o perfil do franqueado que é exigido pela empresa.

Agora você deve estar se perguntando: “será que vale a pena abrir uma franquia O Boticário?”. A resposta é sim.

Isso porque além de O Boticário ser uma empresa consolidada, ela também é referência até mesmo fora do país. Vale ressaltar ainda que os produtos comercializados pela marca têm um alto giro no mercado.

E algumas das marcas produzidas pela empresa já se tornaram clássicos nacionais, como por exemplo as linhas Malbec, Nativa Spa e Quasar.

Conheça o perfil necessário para abrir a franquia O Boticário

Se você se interessou na Franquia O Boticário e está pensando em abrir uma, saiba que é necessário ter um perfil imposto pela empresa.

Sendo assim, veja abaixo se você tem as principais características para ser um franqueado da marca.

  • Identificação com o segmento de cosméticos;
  • Dedicação integral e exclusiva à franquia;
  • Experiência de no mínimo 12 meses no varejo;
  • Graduação concluída na área de gestão de negócios e similares.

Caso você tenha pós-graduação ou especialização em gestão de negócios ou marketing, este poderá ser um diferencial para conseguir ingressar no negócio.

Saiba quanto custa uma franquia O Boticário

Um ponto importante que deve ser levado em consideração na hora de decidir abrir uma franquia O Boticário é o valor a ser investido. O dinheiro a ser aplicado no negócio varia de acordo com o tipo de empreendimento que você pretende abrir.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF) quem quiser abrir um quiosque do O Boticário será necessário investir R$90 mil. Enquanto para a loja o valor do investimento é de R$500 mil.

Vale ressaltar ainda que os valores não estão discriminados no site da empresa, o que acaba dificultando indicar quais são os custos exatos ao abrir uma franquia O Boticário.

É importante frisar também que independente de qual modalidade você escolha, seja o quiosque ou a loja, o empreendedor deve guardar uma quantia de dinheiro para utilizar como capital de giro. O valor pode ser em torno de R$50 mil.

Para quem não sabe O Boticário foi fundado em 1977 e já conta com 3.974 unidades, sendo destas 170 somente no exterior. E o Retorno Sobre o Investimento (ROI) é tido de 18 a 36 meses.

Descubra o lucro da franquia O Boticário

Antes de abrir um negócio é necessário saber se ele terá algum retorno. O faturamento médio mensal de uma loja do Boticário varia de R$70 mil a R$100 mil, dependendo da época do ano. Como por exemplo no Natal, que as lojas da marca costumam faturar alto.

O percentual de lucro em cima desses valores chega a 10%. Vale ressaltar que a marca não cobra royalties. Porém, o franqueado precisa realizar uma compra mínima todo mês.

Na modalidade de quiosque não se tem a informação de quanto é possível faturar por mês. E a taxa de contribuição para a marca é de 38%, calculado sobre as compras.

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10 ideias para empreender em casa, segundo o Sebrae

Está desempregado, quer mudar de ramo ou mesmo fazer renda extra? Se sim, montar um negócio na sua própria residência pode ser uma saída criativa e econômica.

A ideia de trabalhar de casa, que antes era limitada a algumas funções e áreas, está se tornando cada vez mais comum.

Junto a isso, o desemprego tem levado milhares de brasileiros a buscar realizar empreendimentos próprios, como destaca o Sebrae:

“Com as mudanças de mercado, é cada vez mais frequente pessoas empreendendo por necessidade, e a primeira pergunta que surge na nossa cabeça é: É possível tocar uma empresa na própria residência?”

A resposta é sim! Mas como? Para isso, FinanceOne lista dez ideias de negócio que você pode montar na sua própria casa, segundo o Sebrae.

Com isso, vai economizar custos de aluguel, transporte e ainda aumentar as possibilidades de receber ajuda da família.

Montar um negócio em casa é saída para milhares de brasileiros
Montar um negócio em casa é saída para milhares de brasileiros

Graças à tecnologia cada vez mais avançada, estão se ampliando as possibilidades de trabalhos possíveis de serem realizados fora dos ambientes corporativos e/ou comerciais tradicionais.

Uma máquina de cartão de crédito, por exemplo? Conseguir uma está cada vez mais fácil. O Sebrae destaca estas mudanças no cenário do mercado de trabalho.

Confira ideias de negócios para montar em casa

“Trabalhar em casa ao em vez de alugar um ponto comercial está virando uma oportunidade de negócio rentável. (…) Essa tendência de empreender tem tudo para crescer, basta usar sua criatividade e competência.”

Na lista que verá a seguir, elaborada pelo Sebrae, não precisará de altos valores de investimento inicial, o que também é uma vantagem, principalmente para quem está desempregado.

1. Artesanato

Para quem possui os dons de trabalhos manuais, essa pode ser uma ótima oportunidade de montar um negócio em casa. Se você é daqueles que acha que artesanato é coisa do passado, é melhor rever suas ideias.

Esse mercado movimenta cerca de R$50 bilhões por ano e sustenta 10 milhões de pessoas. No Brasil, o crescimento da economia criativa fortaleceu o nicho.

O importante é saber trabalhar, estar por dentro das tendências e do que os consumidores procuram em termos de produtos artesanais. Aproveite os recursos tecnológicos a seu favor.

“O artesanato é uma ideia de negócio tradicional: várias pessoas já o fazem sem precisar adquirir um ponto comercial para expor, dependendo apenas do boca a boca. É possível ir para feiras do setor apenas eventualmente, com o objetivo de expor seu trabalho e atrair novos clientes”, cita o Sebrae.

Porém, aliando a internet as vendas abre-se uma nova possibilidade para quem não tem tanto boca a boca informal: montando uma loja virtual e usando as redes sociais para divulgar o trabalho.

2. Beleza

Mais um mercado em crescimento no Brasil é o da beleza. E, assim como o artesanato, ele permite empreender dentro da própria residência.

Oferecer em sua casa ou garagem serviços de depilação, manicure e outros tratamentos, por exemplo, são negócios a se pensar. Obviamente, é preciso obter conhecimento antes de prestar qualquer serviço.

A boa notícia é que, justamente por ser um mercado em expansão e significativo no Brasil, muitos cursos na área são oferecidos, gratuitos ou não.

Atender a demanda de um bairro ou uma região da cidade, aproveitando a necessidade da sua vizinhança, já pode ser o suficiente para levantar um bom dinheiro. Invista em boca a boca e também em serviços inovadores na sua área de atuação.

3. Consultoria

Você possuía um cargo analítico no seu último emprego? Por exemplo, cuidando de marketing ou de recursos humanos?

De acordo com o Sebrae, uma saída comum encontrada por profissionais nesse perfil e que buscam outras oportunidades, é abrir uma consultoria. Ou seja, trabalhar aconselhando seus clientes.

Nesse tipo de negócio, não é necessário possuir um ponto comercial. Você pode estudar a melhor forma de atender as pessoas e isso pode acontecer na sua própria casa.

“Acaba sendo indiferente para o cliente você ter um escritório em casa ou em outro lugar, já que é costumeiro que o empreendedor faça consultas no local pedido pelo contratante. Você pode investir em um site próprio para construir credibilidade em vez de investir muito mais em um ponto, por exemplo.”

+ Conheça as profissões em alta para 2020

4. Cozinha

Montar um negócio em casa na área culinária/ alimentação também é algo tradicional, mas que nunca sai de moda. Uma boa receita somada à divulgação correta pode resultar em um verdadeiro sucesso.

Uma boa rede de contatos também ajuda. Sim, já existem muitos negócios nesse ramo, mas a demanda é grande. Por isso, é possível obter muito sucesso.

O ideal é saber identificar qual tipo de serviço ou produto pode ser mais viável e rentável para você, considerando seu bairro, seu público alvo, seu capital inicial, seus recursos e ferramentas.

Algumas ideias são: encomendas de salgadinhos e doces; cozinhar em casa sob encomenda; vender quentinhas; comida para alérgicos e/ou intolerantes e determinados alimentos.

“Um serviço muito apreciado, especialmente em lugares que sofrem problemas de mobilidade, é oferecer a entrega em domicílio.”

5. Desenvolvimento de aplicativos e software

“Se você pensa em abrir um negócio e sabe como programar, temos uma boa notícia: programar e empreender andam cada vez mais juntos”, diz o Sebrae.

Montar sua própria loja virtual, trabalhar como freelancer para outros serviços de internet, investir na programação de um aplicativo para smartphones – uma tendência dentro de um setor que já está em alta – são alguns exemplos de negócios para montar em casa nessa área.

De acordo com Sebrae, o mercado de aplicativos possui taxas de crescimento grandes, Por isso, se você possui facilidade e conhecimento na área, pode aproveitar esse grande nicho trabalhando remotamente.

Desigualdade salarial entre homens e mulheres: mito ou verdade?
Com auxílio do computador e internet, é possível montar um escritório em casa

6. Design gráfico

Para quem é bom em programas de edição de imagens, é possível ganhar dinheiro vendendo materiais gráficos. Já pensou nisso? Vender logos e banners por meio da internet?

Você pode usar sites como o We Do Logos, indicado pelo Sebrae. A plataforma tem uma espécie de leilão entre designers.

O projeto preferido pela empresa contratante ganha a possibilidade de realizar o serviço completo. Assim, você tem a possibilidade de divulgar e ter seu serviço em destaque, sem depender apenas de sua rede de contatos.

“Hoje, o computador e o wi-fi são necessidades básicas, mesmo para quem não tem um negócio. Por isso, trabalhar apenas por meio dele é uma alternativa para os que estão sem emprego e não têm como investir na criação de um negócio.”

7. E-commerce de nicho

Lojas virtuais são mais uma possibilidade de negócio para realizar em casa. Basicamente, você precisa do computador para trabalhar e, obviamente, do produto a ser vendido.

“Se o espaço para estoque de produtos for pequeno, uma boa aposta pode ser investir em um ramo especializado e pelo qual você tenha interesse. É um tipo de empreendimento com pouco estoque e alta rentabilidade.”

No primeiro semestre de 2019, o e-commerce cresceu 12% no Brasil, com faturamento de cerca de R$26,4 bilhões. Os dados são de levantamento da Webshoppers.

8. Franquia virtual

O que atrai muitos empreendedores para as franquias é a segurança por haver um modelo já formatado de negócio.

De acordo o Sebrae, franquias que investem em operações mais enxutas e investimentos iniciais menores são uma tendência.

+ Franquia Cacau Show: como abrir e quanto custa

Para realizar isso, muitas resolvem simplesmente apostar no digital e retirar qualquer custo fixo com ponto comercial.

“Principalmente as franquias que permitem que o empreendedor tenha uma página sua dentro do site, comercializando os produtos e ganhando uma porcentagem sobre o que é vendido, basicamente, uma revenda virtual.”

9. Organização de eventos

“Assim como as consultorias, é possível trabalhar de casa como organizador de eventos justamente porque é costumeiro o empreendedor visitar o cliente e não o contrário”, afirma Sebrae.

Essa é mais uma opção para montar um negócio em casa. É possível organizar festas infantis até casamentos, desde que você tenha experiência na área ou procure se capacitar para isso.

10. Prestação de serviços

Atividades que o cliente não precisa visitar o prestador de serviço abrem a possibilidade de montar um negócio como esse em casa. Produção de conteúdo para site é um exemplo.

“Isso fica especialmente interessante se você possui formação em uma área que permite esse tipo de atendimento na casa do cliente. Esse é o caso de contadores e de arquitetos, por exemplo.”

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10 ideias para empreender em casa, segundo o Sebrae

Está desempregado, quer mudar de ramo ou mesmo fazer renda extra? Se sim, montar um negócio na sua própria residência pode ser uma saída criativa e econômica.

A ideia de trabalhar de casa, que antes era limitada a algumas funções e áreas, está se tornando cada vez mais comum.

Junto a isso, o desemprego tem levado milhares de brasileiros a buscar realizar empreendimentos próprios, como destaca o Sebrae:

“Com as mudanças de mercado, é cada vez mais frequente pessoas empreendendo por necessidade, e a primeira pergunta que surge na nossa cabeça é: É possível tocar uma empresa na própria residência?”

A resposta é sim! Mas como? Para isso, FinanceOne lista dez ideias de negócio que você pode montar na sua própria casa, segundo o Sebrae.

Com isso, vai economizar custos de aluguel, transporte e ainda aumentar as possibilidades de receber ajuda da família.

Montar um negócio em casa é saída para milhares de brasileiros
Montar um negócio em casa é saída para milhares de brasileiros

Graças à tecnologia cada vez mais avançada, estão se ampliando as possibilidades de trabalhos possíveis de serem realizados fora dos ambientes corporativos e/ou comerciais tradicionais.

Uma máquina de cartão de crédito, por exemplo? Conseguir uma está cada vez mais fácil. O Sebrae destaca estas mudanças no cenário do mercado de trabalho.

Confira ideias de negócios para montar em casa

“Trabalhar em casa ao em vez de alugar um ponto comercial está virando uma oportunidade de negócio rentável. (…) Essa tendência de empreender tem tudo para crescer, basta usar sua criatividade e competência.”

Na lista que verá a seguir, elaborada pelo Sebrae, não precisará de altos valores de investimento inicial, o que também é uma vantagem, principalmente para quem está desempregado.

1. Artesanato

Para quem possui os dons de trabalhos manuais, essa pode ser uma ótima oportunidade de montar um negócio em casa. Se você é daqueles que acha que artesanato é coisa do passado, é melhor rever suas ideias.

Esse mercado movimenta cerca de R$50 bilhões por ano e sustenta 10 milhões de pessoas. No Brasil, o crescimento da economia criativa fortaleceu o nicho.

O importante é saber trabalhar, estar por dentro das tendências e do que os consumidores procuram em termos de produtos artesanais. Aproveite os recursos tecnológicos a seu favor.

“O artesanato é uma ideia de negócio tradicional: várias pessoas já o fazem sem precisar adquirir um ponto comercial para expor, dependendo apenas do boca a boca. É possível ir para feiras do setor apenas eventualmente, com o objetivo de expor seu trabalho e atrair novos clientes”, cita o Sebrae.

Porém, aliando a internet as vendas abre-se uma nova possibilidade para quem não tem tanto boca a boca informal: montando uma loja virtual e usando as redes sociais para divulgar o trabalho.

2. Beleza

Mais um mercado em crescimento no Brasil é o da beleza. E, assim como o artesanato, ele permite empreender dentro da própria residência.

Oferecer em sua casa ou garagem serviços de depilação, manicure e outros tratamentos, por exemplo, são negócios a se pensar. Obviamente, é preciso obter conhecimento antes de prestar qualquer serviço.

A boa notícia é que, justamente por ser um mercado em expansão e significativo no Brasil, muitos cursos na área são oferecidos, gratuitos ou não.

Atender a demanda de um bairro ou uma região da cidade, aproveitando a necessidade da sua vizinhança, já pode ser o suficiente para levantar um bom dinheiro. Invista em boca a boca e também em serviços inovadores na sua área de atuação.

3. Consultoria

Você possuía um cargo analítico no seu último emprego? Por exemplo, cuidando de marketing ou de recursos humanos?

De acordo com o Sebrae, uma saída comum encontrada por profissionais nesse perfil e que buscam outras oportunidades, é abrir uma consultoria. Ou seja, trabalhar aconselhando seus clientes.

Nesse tipo de negócio, não é necessário possuir um ponto comercial. Você pode estudar a melhor forma de atender as pessoas e isso pode acontecer na sua própria casa.

“Acaba sendo indiferente para o cliente você ter um escritório em casa ou em outro lugar, já que é costumeiro que o empreendedor faça consultas no local pedido pelo contratante. Você pode investir em um site próprio para construir credibilidade em vez de investir muito mais em um ponto, por exemplo.”

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4. Cozinha

Montar um negócio em casa na área culinária/ alimentação também é algo tradicional, mas que nunca sai de moda. Uma boa receita somada à divulgação correta pode resultar em um verdadeiro sucesso.

Uma boa rede de contatos também ajuda. Sim, já existem muitos negócios nesse ramo, mas a demanda é grande. Por isso, é possível obter muito sucesso.

O ideal é saber identificar qual tipo de serviço ou produto pode ser mais viável e rentável para você, considerando seu bairro, seu público alvo, seu capital inicial, seus recursos e ferramentas.

Algumas ideias são: encomendas de salgadinhos e doces; cozinhar em casa sob encomenda; vender quentinhas; comida para alérgicos e/ou intolerantes e determinados alimentos.

“Um serviço muito apreciado, especialmente em lugares que sofrem problemas de mobilidade, é oferecer a entrega em domicílio.”

5. Desenvolvimento de aplicativos e software

“Se você pensa em abrir um negócio e sabe como programar, temos uma boa notícia: programar e empreender andam cada vez mais juntos”, diz o Sebrae.

Montar sua própria loja virtual, trabalhar como freelancer para outros serviços de internet, investir na programação de um aplicativo para smartphones – uma tendência dentro de um setor que já está em alta – são alguns exemplos de negócios para montar em casa nessa área.

De acordo com Sebrae, o mercado de aplicativos possui taxas de crescimento grandes, Por isso, se você possui facilidade e conhecimento na área, pode aproveitar esse grande nicho trabalhando remotamente.

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Com auxílio do computador e internet, é possível montar um escritório em casa

6. Design gráfico

Para quem é bom em programas de edição de imagens, é possível ganhar dinheiro vendendo materiais gráficos. Já pensou nisso? Vender logos e banners por meio da internet?

Você pode usar sites como o We Do Logos, indicado pelo Sebrae. A plataforma tem uma espécie de leilão entre designers.

O projeto preferido pela empresa contratante ganha a possibilidade de realizar o serviço completo. Assim, você tem a possibilidade de divulgar e ter seu serviço em destaque, sem depender apenas de sua rede de contatos.

“Hoje, o computador e o wi-fi são necessidades básicas, mesmo para quem não tem um negócio. Por isso, trabalhar apenas por meio dele é uma alternativa para os que estão sem emprego e não têm como investir na criação de um negócio.”

7. E-commerce de nicho

Lojas virtuais são mais uma possibilidade de negócio para realizar em casa. Basicamente, você precisa do computador para trabalhar e, obviamente, do produto a ser vendido.

“Se o espaço para estoque de produtos for pequeno, uma boa aposta pode ser investir em um ramo especializado e pelo qual você tenha interesse. É um tipo de empreendimento com pouco estoque e alta rentabilidade.”

No primeiro semestre de 2019, o e-commerce cresceu 12% no Brasil, com faturamento de cerca de R$26,4 bilhões. Os dados são de levantamento da Webshoppers.

8. Franquia virtual

O que atrai muitos empreendedores para as franquias é a segurança por haver um modelo já formatado de negócio.

De acordo o Sebrae, franquias que investem em operações mais enxutas e investimentos iniciais menores são uma tendência.

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Para realizar isso, muitas resolvem simplesmente apostar no digital e retirar qualquer custo fixo com ponto comercial.

“Principalmente as franquias que permitem que o empreendedor tenha uma página sua dentro do site, comercializando os produtos e ganhando uma porcentagem sobre o que é vendido, basicamente, uma revenda virtual.”

9. Organização de eventos

“Assim como as consultorias, é possível trabalhar de casa como organizador de eventos justamente porque é costumeiro o empreendedor visitar o cliente e não o contrário”, afirma Sebrae.

Essa é mais uma opção para montar um negócio em casa. É possível organizar festas infantis até casamentos, desde que você tenha experiência na área ou procure se capacitar para isso.

10. Prestação de serviços

Atividades que o cliente não precisa visitar o prestador de serviço abrem a possibilidade de montar um negócio como esse em casa. Produção de conteúdo para site é um exemplo.

“Isso fica especialmente interessante se você possui formação em uma área que permite esse tipo de atendimento na casa do cliente. Esse é o caso de contadores e de arquitetos, por exemplo.”

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020