quinta-feira, 28 de maio de 2020

Youtube exibe mais de 100 filmes de ‘Cannes’ e outros em festival de cinema grátis na quarentena

Youtube exibe mais de 100 filmes de 'Cannes' e outros festivais grátis na quarentenaAo longo de 10 dias acontece o ‘We Are One: A Global Film Festival’, que apresentará títulos novos, inéditos e clássicos, com direito a participação de diretores

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Como Investir em Ações Com Pouco Dinheiro (Menos de Mil Reais)

como juntar dinheiro rapido ganhando pouco

O Mercado de Ações é provavelmente a melhor opção de investimento para ampliar seu patrimônio no longo prazo.

Os juros compostos e o crescimento das empresas ao longo do tempo podem fazer maravilhas com o seu dinheiro.

No entanto, muita gente acaba achando que não tem espaço nesse mercado, e que investimentos na Bolsa de Valores são algo apenas para grandes e ricos investidores.

E eu estou aqui hoje para te dizer que isso NÃO é verdade, e que você pode sim começar a investir em ações com pouco dinheiro.

Inclusive, com apenas poucas centenas de reais.

Então me acompanha neste artigo no qual eu te ensino tudo que você precisa saber para começar a investir em ações com pouco dinheiro!

E, além disso, te apresento a minha exclusiva estratégia Bull Bear (que diversifica suas ações no Brasil e nos EUA)!

    O Que Fazer Antes de Investir em Ações

    mestres-do-capitalismo

    Investir em ações é mais simples do que muita gente fala, mas isso não significa que é algo que você pode fazer sem preparação e conhecimento.

    Antes de entrar no mercado financeiro, há algumas coisas que você precisa entender bem, e algumas tarefas a realizar.

    E, a seguir, vou apresentar 4 pontos que eu considero obrigatórios para qualquer um que quer investir em ações.

    1. Conhecer o básico do Mercado de Ações

    É essencial, antes de qualquer outra coisa, que você tenha ao menos uma compreensão básica de como a Bolsa de Valores funciona.

    Entender como esse mercado opera, por que as empresas emitem ações, como o preço delas varia são apenas alguns dos conhecimentos que são importantes que você tenha.

    Esse vídeo nosso pode te ajudar a entender com mais profundidade alguns desses pontos:

    2. Ter sua Reserva de Emergência Formada e Investida

    Essa é aquela reserva monetária para o caso de alguma emergência grave que demande recursos, ou para o caso de você ter que largar seu emprego.

    O montante de sua reserva deve consistir de 3 a 12 meses de seus gastos mensais médios, dependendo do quão difícil é para você recuperar um fluxo de renda caso perca o seu atual.

    Sua Reserva de Emergência (ou Colchão de Liquidez) deve estar investido em um ativo com as seguintes características:

    • Renda Fixa
    • Com o mínimo de risco possível
    • Com Liquidez Diária (ou no máximo em D+1)
    • Que suba todo dia um pouco.

    Você não deve nunca investir sua Reserva de Emergência em ativos de renda variável ou de risco.

    Também não deve investi-la em ativos com baixa liquidez, nos quais ela pode ficar “presa”. Se você um dia precisar sacá-la, é bem possível que precise dela rápido.

    E é sempre importante lembrar: você não está procurando por grandes rendimentos para seu Colchão de Liquidez.

    A ideia é apenas postergar o consumo, e manter esse dinheiro seguro e rendendo.

    Observando todos esses pontos, temos 4 recomendações principais para investimentos para sua Reserva de Emergência:

    • Tesouro SELIC
    • CDB (com liquidez diária)
    • Fundo DI (com taxa de ADM de 0,3% ou menos)
    • NuConta

    3. Definir QUANTO investir em ações

    É muito importante que você tenha clareza do quanto do seu patrimônio para o longo prazo você vai investir em ações.

    Isso mesmo: não é só porque você está investindo para o longo prazo que pode simplesmente colocar todo este dinheiro na Bolsa.

    É preciso fazer um cálculo com base em sua capacidade de assumir riscos.

    Isso pode ser feito a partir desta fórmula de tolerância ao risco:

    $$ para investir em ações = $$ para o longo prazo x (2 x % Tolerância ao Risco) 

    A premissa básica dessa fórmula é que, se diversificar bem sua carteira de ações, como a estratégia Bull Bear faz, a queda máxima dela em um cenário de estresse tende a ser de 40%.

    No entanto, consideramos 50% para o cálculo, para sermos mais conservadores.⁠

    Essa fórmula diz o seguinte:

    “Você pode investir em ações o dobro do que você tolera ver sua carteira cair, pois dificilmente a parte de ações de sua carteira cairá mais do que 50%.⁠⁠”

    Por exemplo: se você tem 10.000 reais para investir e está disposto a ver sua carteira cair no MÁXIMO 15%, a fórmula ficaria assim:⁠⁠

    $ para Investir em Ações = 10.000 x (2 x 0,15)⁠ <- Lembre-se de usar a porcentagem em forma decimal

    $ para Investir em Ações = 10.000 x 0,3⁠⁠

    $ para Investir em Ações = 3.000⁠⁠

    Ou seja, você poderia investir em ações 3.000 reais, e deveria colocar os outros 7.000 em ativos mais seguros de longo prazo, como na renda fixa!⁠⁠

    4. Escolher uma Corretora

    Muita gente perde tempo demais procurando a “MELHOR corretora”. Isso não existe.

    Minha recomendação é apenas que você pare durante 1h de sua vida, e estude as maiores opções de mercado.

    Depois disso, simplesmente escolha, sem drama e demora, uma que:

    1- Seja credenciada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários)

    2- Tenha taxas e custos que você se sente confortável pagando (Mais importante ainda quando investindo pouco dinheiro).

    3- Tenha uma boa reputação no ReclameAqui.

    4- Esteja em uma boa situação financeira.

    Se a corretora que você escolheu cumprir esses 4 requisitos, ela já será boa o suficiente para você.

    Caso reste alguma dúvida, esse vídeo nosso pode te ajudar:

    Quando esses 4 pontos estiverem feitos, você pode aplicar a estratégia:

    Como Investir em Ações com Pouco Dinheiro: A Estratégia Bull Bear

    O touro e o urso representam compradores e vendedores no mercado financeiro

    E, após toda essa preparação e avisos, chegou a hora.

    Aquilo que você queria ver.

    A minha exclusiva estratégia Bull Bear de investimento em ações no Brasil e nos EUA, desenvolvida com base em anos de mercado financeiro.

    Essa é a técnica que eu ensino no meu treinamento introdutório à Bolsa de Valores, o Minha Primeira Carteira de Ações!

    1. Como a Bull Bear Funciona? 

    A estratégia Bull Bear consiste de separar sua carteira em 2 metades iguais (ou o mais próximo possível disso).

    Após isso, basta comprar cotas de um Exchange Traded Fund atrelado à Bolsa brasileira para uma metade, e de um atrelado à Bolsa americana para a outra.

    Os Exchange Traded Funds, também conhecidos como ETFs, ou Fundos de Índice, são Fundos de investimento que replicam um índice – nesse caso, os índices de ações do Brasil e dos EUA.

    A gestão do Fundo compra para sua carteira as mesmas ações que existem em cada Bolsa, na mesma proporção que elas existem no mercado.

    Assim, as cotas do ETF possuem a mesma rentabilidade percentual que o índice que o ETF replica!

    E isso é a base da Bull Bear.

    Com metade de sua carteira rendendo o mesmo que a Bolsa brasileira, você consegue o potencial de crescimento que uma economia em desenvolvimento como a do Brasil oferece!

    E, a outra metade de sua carteira, atrelada à Bolsa dos EUA, traz a estabilidade, segurança e exposição a uma economia forte!

    É daí que vem o nome Bull Bear: essa carteira te dá muito potencial no mercado em alta (Bull Market) e no mercado em baixa (Bear Market).

    2. Como investir dessa forma? 

    Comprando, através do Home Broker de sua corretora de valores, cotas dos dois ETFs necessários para a estratégia em pesos financeiros iguais.

    Ou seja, cotas de um ETF que replica o Ibovespa (como BOVA11 ou o PIBB11), e, para a parte de ações americanas, de um ETF que replica o S&P 500, como o IVVB11, por exemplo.

    3. Quais as Vantagens dessa Estratégia?

    Antes de tudo, a estratégia Bull Bear é bem barata e simples e rápida de ser aplicada por qualquer um. 

    Além disso, ela diversifica, mesmo com pouco dinheiro, sua carteira em todas as ações da Bolsa brasileira e em todas as 500 maiores empresas dos EUA simultaneamente.

    Dessa forma, ela oferece não apenas os benefícios já citados de se investir em um país em desenvolvimento, como o Brasil, mas também os seguintes benefícios de se investir nos EUA:

    • Diversificação extra-classe
    • Dolarização de parte da carteira
    • Exposição a uma economia segura e consolidada
    • Investimento em algumas das maiores empresas do mundo, como Google, Apple, Disney e Amazon.

    4. Quais as Desvantagens dessa Estratégia?

    Primeiramente, investindo por ETFs, como você não tem poder sobre quais ações os Fundos compram, você não pode escolher suas ações individualmente.

    E isso pode ser um empecilho para aqueles investidores que gostam de ter mais controle de suas carteiras. 

    Além disso, como os ETFs replicam um índice, sua rentabilidade estará sempre atrelada a esses dois índices (Ibovespa e S&P 500).

    Ou seja, você nunca vai “vencer o mercado”, a rentabilidade de sua carteira de ações sempre será em função destas duas Bolsas.

    5. Qual o Desempenho da Estratégia Bull Bear? 

    Uma carteira investida seguindo a Bull Bear teria tido um desempenho bem melhor do que o Ibovespa nos últimos 24 anos.

    Entre 1996 e 2020, teria transformado R$ 1.000,00 em R$ 44.214,50 (enquanto o Ibovespa teria transformado R$ 1.000,00 em R$ 30.840,72 no mesmo período).

    Essa discrepância é visível no gráfico abaixo, que mostra o crescimento da carteira Bull Bear em amarelo e do Ibovespa em vermelho.

    Note também como a linha amarela é bem mais estável do que a vermelha, devido à segurança que as ações dos EUA dão aos investimentos.

    Já deu para perceber que essa é uma estratégia excelente de investimento em ações, não é?

    E o melhor é que, com poucas centenas de reais, você já pode comprar as cotas dos ETFs no mercado fracionário (com F no final do código) e colocá-la para funcionar com tranquilidade!

    Administrando sua Carteira de Ações

    Gestão de carteira de investimentos

    Você pode achar que, depois de investir seu patrimônio inicial pela estratégia Bull Bear, seu trabalho está feito.

    Mas isso não é verdade.

    Mesmo investindo dessa forma simples e que pode ser feita com pouco dinheiro, é importante continuar administrando e aumentando sua carteira.

    E isso pode ser feito aportando cada vez mais dinheiro nela, e rebalanceando as duas metades trimestralmente para mantê-la em crescimento e em equilíbrio.

    Dessa forma, tenho certeza de que você terá muito sucesso no mercado de ações!

    Se você quiser ir mais a fundo nos conhecimentos apresentados neste artigo, te convido para o meu treinamento introdutório Minha Primeira Carteira de Ações!

    Ele é muito em conta, e ensina tudo que você precisa para aprender sobre como investir em ações e como aplicar a estratégia Bull Bear do jeito certo!

    Você pode conhecê-lo melhor clicando neste link!

    E, com isso, me despeço.

    Não esqueça de deixar quaisquer dúvidas nos comentários abaixo, ou enviá-las ao nosso e-mail de suporte alo@clubedovalor.com.br

    Alguém do nosso time estará pronto para te ajudar!

    Um forte abraço!

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    Como fazer o Melhor Hambúrguer Caseiro – Tudo o que você precisa saber (+ 2 receitas simples e práticas)

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    Saque do PIS/Pasep 2020: quem tem direito?

    Termina nesta sexta-feira, 29 de maio, o prazo para saque do PIS/Pasep referente ao ano base de 2019/2020. Um total de 2,5 milhões de pessoas com direito ao abono salarial ainda não sacaram o benefício.

    O número representa 11% do total. O valor não retirado e que está disponível para o saque chega a R$ 1,6 bilhão.

    Saque do PIS/Pasep
    O benefício começou a ser liberado em 25 de julho de 2019 e vai até esta sexta-feira, 29

    Para a data, podem sacar aqueles que trabalharam de carteira assinada no ano de 2018. Os valores para os resgates variam de acordo com a quantidade de meses trabalhados, em que R$ 88 equivale a um mês e R$ 1.045 a doze meses.

    No caso daqueles que trabalharam formalmente em 2019, o governo federal já liberou um novo calendário, com início no dia 16 de julho.

    Quem tem direito a fazer o saque do PIS/Pasep?

    O saque do PIS/Pasep é um benefício garantido aos trabalhadores que estão cadastrados no fundo por pelo menos cinco anos.

    Contudo, é necessário que tenham recebido remuneração mensal de até dois salários mínimos (R$ 1.996 em 2019) durante o ano-base.

    Além disso, é preciso ter trabalhado por pelos menos 30 dias no período e ter os dados informados pelo empregador no RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).

    O PIS (Programa de Integração Social) é pago aos trabalhadores da rede privada, enquanto o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) é o fundo destinado aos servidores públicos.

    Como consultar o abono salarial PIS/Pasep?

    Antes de mais nada, é preciso saber quais as instituições encarregadas dos repasses. Enquanto a Caixa Econômica Federal fica responsável pelo PIS, destinado aos funcionários de empresas privadas, o Banco do Brasil cuida do Pasep, voltado para os servidores públicos.

    Sabendo disso, basta que o trabalhador de cada categoria consulte o valor para os saques através de um dos canais de atendimento dos respectivos bancos. Veja abaixo:

    Consulta ao PIS

    – Por meio do aplicativo Caixa Trabalhador;
    – No site da Caixa, pela aba do benefício, clique em “Consultar pagamento”;
    – Atendimento telefônico pelo número 0800 726 0207.
    – Os saques podem ser feitos em casas lotéricas, agências ou terminais de autoatendimento. Em algumas situações é obrigatória a apresentação do Cartão + Senha Cidadão, além de documento oficial com foto. Correntistas recebem diretamente na conta.

    Consulta ao Pasep

    – Em visita à qualquer agência BB portando algum documento de identificação oficial e com foto;
    – Pelos telefones da central de atendimento BB: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas), 0800 729 0001 (demais regiões) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos).

    No caso do Pasep, o saque é feito em agências BB com documento de identificação. No caso de correntistas, o dinheiro é repassado automaticamente na conta.

    Calendário de saque para quem trabalhou em 2019

    De acordo com a ordem de pagamento das rodadas anteriores, o saque do PIS e do Pasep é feito com base no mês de nascimento e número final de inscrição, respectivamente. Confira:

    PIS (nascido em)

    – Julho: pagamento a partir de 16 de julho de 2020;
    – Agosto: pagamento a partir de 18 de agosto de 2020;
    – Setembro: pagamento a partir de 15 de setembro de 2020;
    – Outubro: pagamento a partir de 14 de outubro de 2020;
    – Novembro: pagamento a partir de 17 de novembro de 2020;
    – Dezembro: pagamento a partir de 15 de dezembro de 2020;
    – Janeiro: pagamento a partir de 19 de janeiro de 2020;
    – Fevereiro: pagamento a partir de 19 de janeiro de 2021;
    – Março: pagamento a partir de 11 de fevereiro de 2021;
    – Abril: pagamento a partir de 11 de fevereiro de 2021;
    – Maio: pagamento a partir de 17 de março de 2021; e
    – Junho: pagamento a partir de 17 de março de 2021.

    Pasep (final de inscrição)

    – 0: pagamento a partir de 16 de julho de 2020;
    – 1: pagamento a partir de 18 de agosto de 2020;
    – 2: pagamento a partir de 15 de setembro de 2020;
    – 3: pagamento a partir de 14 de outubro de 2020;
    – 4: pagamento a partir de 17 de novembro de 2020;
    – 5: pagamento a partir de 19 de janeiro de 2021;
    – 6 e 7: pagamento a partir de 11 de fevereiro de 2021; e
    – 8 e 9: pagamento a partir de 17 de março de 2021.

    Como sacar o PIS/Pasep

    Caixa – PIS

    • Caixas eletrônicos ou em casas lotéricas: pode sacar com Cartão Cidadão e senha cadastrada;
    • Agência da Caixa: apresentar documento de identificação;
    • Dinheiro diretamente na conta: correntista individual da Caixa, neste caso deve haver saldo acima de R$ 1 na conta e movimentação.

    Banco do Brasil – Pasep

    • Agências do Banco do Brasil: apresentar documento de identificação;
    • Dinheiro diretamente na conta: servidores que são correntistas do banco.

    Ficou com alguma dúvida sobre PIS/Pasep? Confira quais são as regras do saque do abono salarial.

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    Saque do PIS/Pasep 2020: quem tem direito?

    Termina nesta sexta-feira, 29 de maio, o prazo para saque do PIS/Pasep referente ao ano base de 2019/2020. Um total de 2,5 milhões de pessoas com direito ao abono salarial ainda não sacaram o benefício.

    O número representa 11% do total. O valor não retirado e que está disponível para o saque chega a R$ 1,6 bilhão.

    Saque do PIS/Pasep
    O benefício começou a ser liberado em 25 de julho de 2019 e vai até esta sexta-feira, 29

    Para a data, podem sacar aqueles que trabalharam de carteira assinada no ano de 2018. Os valores para os resgates variam de acordo com a quantidade de meses trabalhados, em que R$ 88 equivale a um mês e R$ 1.045 a doze meses.

    No caso daqueles que trabalharam formalmente em 2019, o governo federal já liberou um novo calendário, com início no dia 16 de julho.

    Quem tem direito a fazer o saque do PIS/Pasep?

    O saque do PIS/Pasep é um benefício garantido aos trabalhadores que estão cadastrados no fundo por pelo menos cinco anos.

    Contudo, é necessário que tenham recebido remuneração mensal de até dois salários mínimos (R$ 1.996 em 2019) durante o ano-base.

    Além disso, é preciso ter trabalhado por pelos menos 30 dias no período e ter os dados informados pelo empregador no RAIS (Relação Anual de Informações Sociais).

    O PIS (Programa de Integração Social) é pago aos trabalhadores da rede privada, enquanto o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) é o fundo destinado aos servidores públicos.

    Como consultar o abono salarial PIS/Pasep?

    Antes de mais nada, é preciso saber quais as instituições encarregadas dos repasses. Enquanto a Caixa Econômica Federal fica responsável pelo PIS, destinado aos funcionários de empresas privadas, o Banco do Brasil cuida do Pasep, voltado para os servidores públicos.

    Sabendo disso, basta que o trabalhador de cada categoria consulte o valor para os saques através de um dos canais de atendimento dos respectivos bancos. Veja abaixo:

    Consulta ao PIS

    – Por meio do aplicativo Caixa Trabalhador;
    – No site da Caixa, pela aba do benefício, clique em “Consultar pagamento”;
    – Atendimento telefônico pelo número 0800 726 0207.
    – Os saques podem ser feitos em casas lotéricas, agências ou terminais de autoatendimento. Em algumas situações é obrigatória a apresentação do Cartão + Senha Cidadão, além de documento oficial com foto. Correntistas recebem diretamente na conta.

    Consulta ao Pasep

    – Em visita à qualquer agência BB portando algum documento de identificação oficial e com foto;
    – Pelos telefones da central de atendimento BB: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas), 0800 729 0001 (demais regiões) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos).

    No caso do Pasep, o saque é feito em agências BB com documento de identificação. No caso de correntistas, o dinheiro é repassado automaticamente na conta.

    Calendário de saque para quem trabalhou em 2019

    De acordo com a ordem de pagamento das rodadas anteriores, o saque do PIS e do Pasep é feito com base no mês de nascimento e número final de inscrição, respectivamente. Confira:

    PIS (nascido em)

    – Julho: pagamento a partir de 16 de julho de 2020;
    – Agosto: pagamento a partir de 18 de agosto de 2020;
    – Setembro: pagamento a partir de 15 de setembro de 2020;
    – Outubro: pagamento a partir de 14 de outubro de 2020;
    – Novembro: pagamento a partir de 17 de novembro de 2020;
    – Dezembro: pagamento a partir de 15 de dezembro de 2020;
    – Janeiro: pagamento a partir de 19 de janeiro de 2020;
    – Fevereiro: pagamento a partir de 19 de janeiro de 2021;
    – Março: pagamento a partir de 11 de fevereiro de 2021;
    – Abril: pagamento a partir de 11 de fevereiro de 2021;
    – Maio: pagamento a partir de 17 de março de 2021; e
    – Junho: pagamento a partir de 17 de março de 2021.

    Pasep (final de inscrição)

    – 0: pagamento a partir de 16 de julho de 2020;
    – 1: pagamento a partir de 18 de agosto de 2020;
    – 2: pagamento a partir de 15 de setembro de 2020;
    – 3: pagamento a partir de 14 de outubro de 2020;
    – 4: pagamento a partir de 17 de novembro de 2020;
    – 5: pagamento a partir de 19 de janeiro de 2021;
    – 6 e 7: pagamento a partir de 11 de fevereiro de 2021; e
    – 8 e 9: pagamento a partir de 17 de março de 2021.

    Como sacar o PIS/Pasep

    Caixa – PIS

    • Caixas eletrônicos ou em casas lotéricas: pode sacar com Cartão Cidadão e senha cadastrada;
    • Agência da Caixa: apresentar documento de identificação;
    • Dinheiro diretamente na conta: correntista individual da Caixa, neste caso deve haver saldo acima de R$ 1 na conta e movimentação.

    Banco do Brasil – Pasep

    • Agências do Banco do Brasil: apresentar documento de identificação;
    • Dinheiro diretamente na conta: servidores que são correntistas do banco.

    Ficou com alguma dúvida sobre PIS/Pasep? Confira quais são as regras do saque do abono salarial.

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    Como solicitar o seguro-desemprego online?

    Em tempos de crise econômica e também devido a pandemia da Covid-19, muitas empresas estão demitindo seus funcionários. Com isso, muitos trabalhadores têm direito ao seguro-desemprego, auxílio dado pelo governo federal. 

    Mas para seguir a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e conter a propagação do coronavírus, o Sistema Nacional de Emprego (SINE) suspendeu o atendimento nas unidades em todo o país. E agora? Como solicitar o seguro-desemprego?

    foto com uma carteira de trabalho com uma nota de cinquenta reais, uma de dez reais, duas de dois reais e moedas de um real, dez centavos, cinco centavos e vinte e cinco centavos para falar sobre seguro-desemprego
    Seguro-desemprego: saiba como solicitar o auxílio sem precisar sair de casa

    De fato, já era possível dar entrada no auxílio pela internet. Mas mesmo assim, a pessoa precisava comparecer a um posto de atendimento para conferir toda a documentação.

    Agora, após o fechamento das unidades, todas as etapas podem ser feitas 100% online. 

    Quer saber como pedir o seguro-desemprego pela internet? Continue a leitura deste texto e saiba mais! 

    Passo a passo de como solicitar o seguro-desemprego online

    1. Acesse o Portal Emprega Brasil

    2. Clique em cadastrar no menu à esquerda do site. Efetue o cadastro para obter login e senha; 

    3. Preencha o formulário informando os seus dados; 

    4. Assim que o acesso for autorizado, vá até a opção do seguro-desemprego; 

    5. Em seguida, preencha um formulário de oito etapas com questões sobre atividades, experiência profissional e formação acadêmica. Tenha atenção na hora de informar esses dados. 

    Você terá que informar também o número do requerimento do seguro-desemprego.

    Esse número é composto por dez dígitos e está registrado no alto do formulário entregue pelo empregador após a demissão. 

    Lembre-se que no momento de fazer o cadastro, é essencial ter a Carteira de Trabalho (CTPS) e outros documentos em mãos. Dessa maneira, você consegue realizar o registro de forma correta.

    Caso contrário, se houver alguma divergência no cadastro ou informações erradas, terá que esperar 24 horas para realizar uma nova tentativa. Em alguns casos, é necessário entrar em contato com o INSS através do número 135. 

    Seguro-desemprego: veja quem pode pedir o benefício

    O seguro-desemprego é destinado aos trabalhadores formais que foram demitidos pelo empregador involuntariamente. Ou seja, sem justa causa. No entanto, para solicitar o benefício, é necessário atender alguns requisitos. São eles:

    a) não possuir renda própria que seja suficiente à sua manutenção e de sua família; 

    b) receber salários como pessoa jurídica ou como pessoa física relativos a:
    – pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses anteriores à data de dispensa, da primeira solicitação; ou pelo menos nove meses nos últimos 12 meses anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação; ou 6 meses anteriores à data de dispensa, quando das demais solicitações;  

    c) não receber qualquer benefício previdenciário de prestação continuada, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), salvo exceção do auxílio-acidente, auxílio-suplementar e do abono de permanência em serviço. 

    + 8 estratégias para enfrentar o desemprego
    + Saiba como arrumar emprego pelo LinkedIn
    + Aprenda agora mesmo como fazer um bom currículo

    Qual o valor do seguro-desemprego?

    Sempre quando o salário mínimo aumenta, normalmente no início do ano, o Ministério da Economia atualiza e divulga a nova tabela do seguro-desemprego. 

    Essa tabela indica que o seu seguro-desemprego vai ser um percentual sobre a média dos salários dos últimos três meses. Para saber quanto você pode receber, veja os novos valores abaixo:

    Faixa de salário médio x Forma de cálculo do seguro-desemprego

    Até R$ 1.599,61 –> Multiplicar o salário médio por 0,8 (80%);

    De R$ 1.599,62 até R$ 2.666,29 –> Se a média salarial exceder a R$ 1.599,61 multiplica-se por 0,5 (50%) e soma-se a R$ 1.279,69;

    Acima de R$ 2.666,29 –> O valor da parcela será de R$ 1.813,03 invariavelmente.

    Veja o que fazer caso tenha problemas para solicitar o auxílio

    De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, pasta vinculada ao Ministério da Economia, alguns trabalhadores estão enfrentando problemas para recuperar login e senha, e assim, solicitar o seguro-desemprego online.

    Mas o problema pode ser resolvido por meio da página de atendimento do Ministério da Economia.

    Para isso, basta preencher o formulário com os dados pessoais e informar o problema — cadastrar senha, recuperar login ou não conseguir criar um novo login. 

    Logo após o envio do formulário, serão encaminhadas para o e-mail cadastrado (no formulário) instruções para gerar uma nova senha e conseguir realizar a solicitação do seguro-desemprego normalmente. 

    Viu, só? Agora você já sabe como pedir o seguro-desemprego de forma online. Seguindo o passo a passo, e confirmando todas as informações necessárias, você conseguirá solicitar seu benefício. 

    O que você achou deste texto? Bom? Então compartilhe em suas redes sociais e ajude outras pessoas a entenderem como solicitar o seguro-desemprego online. 

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    Como solicitar o seguro-desemprego online?

    Em tempos de crise econômica e também devido a pandemia da Covid-19, muitas empresas estão demitindo seus funcionários. Com isso, muitos trabalhadores têm direito ao seguro-desemprego, auxílio dado pelo governo federal. 

    Mas para seguir a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e conter a propagação do coronavírus, o Sistema Nacional de Emprego (SINE) suspendeu o atendimento nas unidades em todo o país. E agora? Como solicitar o seguro-desemprego?

    foto com uma carteira de trabalho com uma nota de cinquenta reais, uma de dez reais, duas de dois reais e moedas de um real, dez centavos, cinco centavos e vinte e cinco centavos para falar sobre seguro-desemprego
    Seguro-desemprego: saiba como solicitar o auxílio sem precisar sair de casa

    De fato, já era possível dar entrada no auxílio pela internet. Mas mesmo assim, a pessoa precisava comparecer a um posto de atendimento para conferir toda a documentação.

    Agora, após o fechamento das unidades, todas as etapas podem ser feitas 100% online. 

    Quer saber como pedir o seguro-desemprego pela internet? Continue a leitura deste texto e saiba mais! 

    Passo a passo de como solicitar o seguro-desemprego online

    1. Acesse o Portal Emprega Brasil

    2. Clique em cadastrar no menu à esquerda do site. Efetue o cadastro para obter login e senha; 

    3. Preencha o formulário informando os seus dados; 

    4. Assim que o acesso for autorizado, vá até a opção do seguro-desemprego; 

    5. Em seguida, preencha um formulário de oito etapas com questões sobre atividades, experiência profissional e formação acadêmica. Tenha atenção na hora de informar esses dados. 

    Você terá que informar também o número do requerimento do seguro-desemprego.

    Esse número é composto por dez dígitos e está registrado no alto do formulário entregue pelo empregador após a demissão. 

    Lembre-se que no momento de fazer o cadastro, é essencial ter a Carteira de Trabalho (CTPS) e outros documentos em mãos. Dessa maneira, você consegue realizar o registro de forma correta.

    Caso contrário, se houver alguma divergência no cadastro ou informações erradas, terá que esperar 24 horas para realizar uma nova tentativa. Em alguns casos, é necessário entrar em contato com o INSS através do número 135. 

    Seguro-desemprego: veja quem pode pedir o benefício

    O seguro-desemprego é destinado aos trabalhadores formais que foram demitidos pelo empregador involuntariamente. Ou seja, sem justa causa. No entanto, para solicitar o benefício, é necessário atender alguns requisitos. São eles:

    a) não possuir renda própria que seja suficiente à sua manutenção e de sua família; 

    b) receber salários como pessoa jurídica ou como pessoa física relativos a:
    – pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses anteriores à data de dispensa, da primeira solicitação; ou pelo menos nove meses nos últimos 12 meses anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação; ou 6 meses anteriores à data de dispensa, quando das demais solicitações;  

    c) não receber qualquer benefício previdenciário de prestação continuada, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), salvo exceção do auxílio-acidente, auxílio-suplementar e do abono de permanência em serviço. 

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    Qual o valor do seguro-desemprego?

    Sempre quando o salário mínimo aumenta, normalmente no início do ano, o Ministério da Economia atualiza e divulga a nova tabela do seguro-desemprego. 

    Essa tabela indica que o seu seguro-desemprego vai ser um percentual sobre a média dos salários dos últimos três meses. Para saber quanto você pode receber, veja os novos valores abaixo:

    Faixa de salário médio x Forma de cálculo do seguro-desemprego

    Até R$ 1.599,61 –> Multiplicar o salário médio por 0,8 (80%);

    De R$ 1.599,62 até R$ 2.666,29 –> Se a média salarial exceder a R$ 1.599,61 multiplica-se por 0,5 (50%) e soma-se a R$ 1.279,69;

    Acima de R$ 2.666,29 –> O valor da parcela será de R$ 1.813,03 invariavelmente.

    Veja o que fazer caso tenha problemas para solicitar o auxílio

    De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, pasta vinculada ao Ministério da Economia, alguns trabalhadores estão enfrentando problemas para recuperar login e senha, e assim, solicitar o seguro-desemprego online.

    Mas o problema pode ser resolvido por meio da página de atendimento do Ministério da Economia.

    Para isso, basta preencher o formulário com os dados pessoais e informar o problema — cadastrar senha, recuperar login ou não conseguir criar um novo login. 

    Logo após o envio do formulário, serão encaminhadas para o e-mail cadastrado (no formulário) instruções para gerar uma nova senha e conseguir realizar a solicitação do seguro-desemprego normalmente. 

    Viu, só? Agora você já sabe como pedir o seguro-desemprego de forma online. Seguindo o passo a passo, e confirmando todas as informações necessárias, você conseguirá solicitar seu benefício. 

    O que você achou deste texto? Bom? Então compartilhe em suas redes sociais e ajude outras pessoas a entenderem como solicitar o seguro-desemprego online. 

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