Oiii, meu nome é Tânia Santos, sou muito conhecidade no mundo dos investimentos.
Estou aqui para tentar passar um pouco do que sei e plantar novas sementes em novos investidores, assim criando um laço com futuros grandes investidores.
Não quer gastar muito dinheiro na hora de investir em um bom tênis? Nós selecionamos as melhores dicas para você escolher um tênis masculino direito e sem erro!
Se você ama internet, certamente passa bastante tempo no YouTube. Os conteúdos mais vistos são relacionados à entretenimento e música, mas o site vai muito além.
Para provar, conheça 13 canais sobre finanças no YouTube!
Existem diversos canais sobre finanças no Youtube para se inspirar
O que você costuma assistir quando está no YouTube? Essa plataforma tem conteúdo para todos os gostos. Quem deseja aprender mais sobre determinado assunto pode criar playlists para ver os vídeos aos poucos.
No transporte público, no trabalho ou em qualquer lugar com internet, o YouTube pode tornar um pequeno espaço de tempo livre em aprendizado.
Com muito humor, Nathalia Arcuri descomplica a vida de muita gente. Para ser mais específico, a jornalista divide suas experiências sobre a vida financeira com mais de 4,2 milhões de inscritos.
Já é o maior canal de finanças no Youtube no mundo inteiro! Os vídeos são divulgados quase diariamente em seu canal.
Thiago Nigro tem um objetivo: transformar você no primo rico da família. Para isso, ele ensina como começar a investir, como funciona cada tipo de investimento e como obter maior rentabilidade. Thiago posta seus vídeos nas terças e quintas-feiras, às 20h.
Com 450 mil inscritos, Ramiro Gomes Ferreira incentiva a liberdade financeira (momento em que o dinheiro passa a trabalhar para você, ao invés do contrário).
O gestor sobre finanças no Youtube, aborda investimentos e organização financeira. Os vídeos são compartilhados toda semana.
Canais sobre finanças no Youtube acumulam milhões de inscritos
André Fogaça ensina administração de finanças a seus inscritos. O especialista dá dicas e explica temas como Bolsa de Valores e Tesouro Direto.
Além disso, aborda questões sobre hábitos financeiros, controle de gastos, renda extra e muitas outras. Os vídeos são postados sem frequência estabelecida.
André Bona é educador financeiro e ensina sobre organização pessoal, investimentos e mercado financeiro. As dicas são certeiras e respondem desde assuntos complexos até as mais simples.
Entre eles estão: como comprar de maneira inteligente ou como montar um planejamento financeiro que funcione. Os vídeos são postados cerca de duas vezes por semana.
Com mais de 700 mil inscritos, Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e fala sobre planejamento de finanças no Youtube. Ele também tira dúvidas sobre investimentos, estratégias para investir e como fazer da maneira correta.
Estes são alguns dos tópicos abordados em seus vídeos que são publicados terça e quinta-feira, às 9h.
O Quero Ficar Rico é o canal do Rafael Seabra, educador financeiro. De maneira didática, ele desmistifica erros e mostra caminhos diferentes para quem deseja ter um futuro mais tranquilo financeiramente.
Seu lema é: ganhe mais, gaste menos e invista melhor. Para aprender com Seabra, basta conferir seus vídeos novos no YouTube toda segunda e quinta-feira, ao meio-dia.
A divertidíssima Mirna Borges é engenheira e fala sobre as finanças de um jeito simples e didático. Seu canal tem diversos vídeos sobre cartões de crédito, onde compara cada um deles e suas vantagens.
Com mais de 800 mil inscritos, Mirna também utiliza de sua linguagem leve para explicar sobre investimentos e formas para enriquecer. Seus vídeos são divulgados nas segundas, quartas e sextas-feiras.
Canais menores também vêm conquistando espaço no nicho de finanças
Com dicas valiosas para economizar e alcançar a independência financeira, Julia Mendonça foca no comportamento: o que fazer hoje para mudar o amanhã.
A coach, que participou do programa O Aprendiz, fala sobre planejamento financeiro, conselhos para quem pretende se casar, além de finanças para mulheres. Há vídeos novos toda segunda, terça e quinta-feira.
A educação financeira é uma jornada. O canal de educação financeira de Maiara Xavier aborda temas relacionados às finanças comportamentais.
Os assuntos mais comuns são finanças pessoais, investimentos, liberdade financeira, consumo consciente e outros. Vídeos novos são postados às terças e quintas.
Patricia Lages, autora do livro Bolsa Blindada (e outros) dá dicas de finanças pessoais, carreira e empreendedorismo em seu canal.
Com mais de 300 mil inscritos, a especialista fala sobre investimentos em imóveis, cuidados com crianças na internet, produtividade no trabalho e diversos outros temas. Há vídeos novos toda terça-feira e quinta-feira, às 20h.
Liderado pelo professor Juliano Custodio, o canal da corretora XP Investimentos, conta com diversos colaboradores. Entre os vídeos publicados estão os que tiram dúvidas sobre o mercado financeiro.
Como funciona a inflação, o que é LCI, LCA, CDB e CDI, quais são os melhores investimentos e diversos outros temas. São publicados vídeos toda semana.
O menor canal sobre finanças no Youtube em número de inscritos, mas não menos importante, o Mão de Vaca Profissional é um refúgio para quem é abertamente pão duro.
A jornalista Gabriela Forlin, com o objetivo fazer você a gastar menos, dá sugestões de como investir, organizar as finanças e diminuir os gastos do cartão de crédito.
Algum canal sobre finanças no YouTube que você acompanha ficou de fora? Deixe nome e link nos comentários!
Se você ama internet, certamente passa bastante tempo no YouTube. Os conteúdos mais vistos são relacionados à entretenimento e música, mas o site vai muito além.
Para provar, conheça 13 canais sobre finanças no YouTube!
Existem diversos canais sobre finanças no Youtube para se inspirar
O que você costuma assistir quando está no YouTube? Essa plataforma tem conteúdo para todos os gostos. Quem deseja aprender mais sobre determinado assunto pode criar playlists para ver os vídeos aos poucos.
No transporte público, no trabalho ou em qualquer lugar com internet, o YouTube pode tornar um pequeno espaço de tempo livre em aprendizado.
Com muito humor, Nathalia Arcuri descomplica a vida de muita gente. Para ser mais específico, a jornalista divide suas experiências sobre a vida financeira com mais de 4,2 milhões de inscritos.
Já é o maior canal de finanças no Youtube no mundo inteiro! Os vídeos são divulgados quase diariamente em seu canal.
Thiago Nigro tem um objetivo: transformar você no primo rico da família. Para isso, ele ensina como começar a investir, como funciona cada tipo de investimento e como obter maior rentabilidade. Thiago posta seus vídeos nas terças e quintas-feiras, às 20h.
Com 450 mil inscritos, Ramiro Gomes Ferreira incentiva a liberdade financeira (momento em que o dinheiro passa a trabalhar para você, ao invés do contrário).
O gestor sobre finanças no Youtube, aborda investimentos e organização financeira. Os vídeos são compartilhados toda semana.
Canais sobre finanças no Youtube acumulam milhões de inscritos
André Fogaça ensina administração de finanças a seus inscritos. O especialista dá dicas e explica temas como Bolsa de Valores e Tesouro Direto.
Além disso, aborda questões sobre hábitos financeiros, controle de gastos, renda extra e muitas outras. Os vídeos são postados sem frequência estabelecida.
André Bona é educador financeiro e ensina sobre organização pessoal, investimentos e mercado financeiro. As dicas são certeiras e respondem desde assuntos complexos até as mais simples.
Entre eles estão: como comprar de maneira inteligente ou como montar um planejamento financeiro que funcione. Os vídeos são postados cerca de duas vezes por semana.
Com mais de 700 mil inscritos, Gustavo Cerbasi é consultor financeiro e fala sobre planejamento de finanças no Youtube. Ele também tira dúvidas sobre investimentos, estratégias para investir e como fazer da maneira correta.
Estes são alguns dos tópicos abordados em seus vídeos que são publicados terça e quinta-feira, às 9h.
O Quero Ficar Rico é o canal do Rafael Seabra, educador financeiro. De maneira didática, ele desmistifica erros e mostra caminhos diferentes para quem deseja ter um futuro mais tranquilo financeiramente.
Seu lema é: ganhe mais, gaste menos e invista melhor. Para aprender com Seabra, basta conferir seus vídeos novos no YouTube toda segunda e quinta-feira, ao meio-dia.
A divertidíssima Mirna Borges é engenheira e fala sobre as finanças de um jeito simples e didático. Seu canal tem diversos vídeos sobre cartões de crédito, onde compara cada um deles e suas vantagens.
Com mais de 800 mil inscritos, Mirna também utiliza de sua linguagem leve para explicar sobre investimentos e formas para enriquecer. Seus vídeos são divulgados nas segundas, quartas e sextas-feiras.
Canais menores também vêm conquistando espaço no nicho de finanças
Com dicas valiosas para economizar e alcançar a independência financeira, Julia Mendonça foca no comportamento: o que fazer hoje para mudar o amanhã.
A coach, que participou do programa O Aprendiz, fala sobre planejamento financeiro, conselhos para quem pretende se casar, além de finanças para mulheres. Há vídeos novos toda segunda, terça e quinta-feira.
A educação financeira é uma jornada. O canal de educação financeira de Maiara Xavier aborda temas relacionados às finanças comportamentais.
Os assuntos mais comuns são finanças pessoais, investimentos, liberdade financeira, consumo consciente e outros. Vídeos novos são postados às terças e quintas.
Patricia Lages, autora do livro Bolsa Blindada (e outros) dá dicas de finanças pessoais, carreira e empreendedorismo em seu canal.
Com mais de 300 mil inscritos, a especialista fala sobre investimentos em imóveis, cuidados com crianças na internet, produtividade no trabalho e diversos outros temas. Há vídeos novos toda terça-feira e quinta-feira, às 20h.
Liderado pelo professor Juliano Custodio, o canal da corretora XP Investimentos, conta com diversos colaboradores. Entre os vídeos publicados estão os que tiram dúvidas sobre o mercado financeiro.
Como funciona a inflação, o que é LCI, LCA, CDB e CDI, quais são os melhores investimentos e diversos outros temas. São publicados vídeos toda semana.
O menor canal sobre finanças no Youtube em número de inscritos, mas não menos importante, o Mão de Vaca Profissional é um refúgio para quem é abertamente pão duro.
A jornalista Gabriela Forlin, com o objetivo fazer você a gastar menos, dá sugestões de como investir, organizar as finanças e diminuir os gastos do cartão de crédito.
Algum canal sobre finanças no YouTube que você acompanha ficou de fora? Deixe nome e link nos comentários!
Não é novidade que a independência financeira é uma ferramenta de emancipação em várias situações. Mas é importante pensar o papel disso no empoderamento feminino.
Afinal, mulheres que não dependem financeiramente de seus parceiros ou de qualquer outra pessoa têm, em geral, mais liberdade de escolha.
Muitas se mantêm em relacionamentos ruins, pois não têm uma forma de sustento próprio. Às vezes, o medo de não ter como sustentar um filho sozinha também impacta nessa decisão.
Mulheres com independência financeira têm mais liberdade de escolha
Esse tipo de situação, porém, não acontece apenas em relacionamentos amorosos e casamentos. Há também mulheres que, ainda que já sejam adultas, não possuem renda própria e que dependem de seus pais.
Por isso, a independência financeira é uma forma de empoderamento. Ter seu próprio dinheiro faz que mulheres aumentem suas possibilidades de escolha e tenham a oportunidade de poupar para seu futuro.
Independência financeira da mulher ainda tem obstáculos
Na sociedade, ainda há uma séries de barreiras que podem dificultar a conquista financeira das mulheres. Principalmente daquelas em alguma situação de vulnerabilidade.
Nos últimos 20 anos, a disparidade de gênero no trabalho quase não mudou. Em 2018, a probabilidade de uma mulher trabalhar foi 26% inferior que a de um homem.
O percentual representa uma melhoria de apenas 1,9% com relação ao ano de 1991. Ainda há quem insista que essa disparidade se deve ao fato de que as mulheres não querem trabalhar fora.
Mas as pesquisas mostram o contrário. Um estudo recente, de acordo com o Portal G1, evidenciou que 70% delas preferem ter um emprego do que ficar em casa.
Somado à essa disparidade, ainda há outro problema: mulheres com filhos menores de seis anos sofrem o que se chama de ‘penalização profissional da maternidade’. Esse grupo é ainda mais afetado pela desigualdade.
Em dez anos, a diferença entre as mulheres sem filhos pequenos e as mulheres com filhos menores de seis anos que trabalham passou de 5,3% a 7,3%.
A principal razão para isso, contudo, teria sido o aumento da presença das mulheres do primeiro grupo no mercado de trabalho.
A pesquisa da OIT também demonstrou que entre as pessoas com filhos pequenos que ocupam cargos de gerência, apenas 25% são mulheres.
Isso sem falar na diferença de remuneração, um problema mundial que ainda apresenta disparidade de 20% nos valores.
Mulheres vivem mais e podem ter velhice mais pobre
No Brasil, a expectativa de vida das mulheres é de sete anos a mais em relação aos homens, segundo dados de 2015 do IBGE. Enquanto elas vivem até 79,1 anos, eles vivam até os 71,9 anos.
Com isso, surge uma outra questão: se as mulheres vivem mais e dependem financeiramente de seus parceiros, elas estão mais sujeitas a uma velhice também dependente financeiramente.
Além disso, por viverem mais, elas precisariam poupar mais dinheiro, o que não acontece em muitos casos. Seja por falta de conhecimentos sobre investimentos ou por não possuírem renda própria.
Uma pesquisa aponta que 80% das mulheres se consideram apenas iniciantes quando se trata de investimentos. Enquanto isso, entre homens esse percentual é de 50%.
“A expectativa de vida da mulher é maior e ela ganha menos. A longo prazo, a tendência é termos mais idosas pobres que idosos homens. A mulher precisa se preocupar mais com suas reservas”, afirma a diretora de ensino técnico da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro.
Não é novidade que a independência financeira é uma ferramenta de emancipação em várias situações. Mas é importante pensar o papel disso no empoderamento feminino.
Afinal, mulheres que não dependem financeiramente de seus parceiros ou de qualquer outra pessoa têm, em geral, mais liberdade de escolha.
Muitas se mantêm em relacionamentos ruins, pois não têm uma forma de sustento próprio. Às vezes, o medo de não ter como sustentar um filho sozinha também impacta nessa decisão.
Mulheres com independência financeira têm mais liberdade de escolha
Esse tipo de situação, porém, não acontece apenas em relacionamentos amorosos e casamentos. Há também mulheres que, ainda que já sejam adultas, não possuem renda própria e que dependem de seus pais.
Por isso, a independência financeira é uma forma de empoderamento. Ter seu próprio dinheiro faz que mulheres aumentem suas possibilidades de escolha e tenham a oportunidade de poupar para seu futuro.
Independência financeira da mulher ainda tem obstáculos
Na sociedade, ainda há uma séries de barreiras que podem dificultar a conquista financeira das mulheres. Principalmente daquelas em alguma situação de vulnerabilidade.
Nos últimos 20 anos, a disparidade de gênero no trabalho quase não mudou. Em 2018, a probabilidade de uma mulher trabalhar foi 26% inferior que a de um homem.
O percentual representa uma melhoria de apenas 1,9% com relação ao ano de 1991. Ainda há quem insista que essa disparidade se deve ao fato de que as mulheres não querem trabalhar fora.
Mas as pesquisas mostram o contrário. Um estudo recente, de acordo com o Portal G1, evidenciou que 70% delas preferem ter um emprego do que ficar em casa.
Somado à essa disparidade, ainda há outro problema: mulheres com filhos menores de seis anos sofrem o que se chama de ‘penalização profissional da maternidade’. Esse grupo é ainda mais afetado pela desigualdade.
Em dez anos, a diferença entre as mulheres sem filhos pequenos e as mulheres com filhos menores de seis anos que trabalham passou de 5,3% a 7,3%.
A principal razão para isso, contudo, teria sido o aumento da presença das mulheres do primeiro grupo no mercado de trabalho.
A pesquisa da OIT também demonstrou que entre as pessoas com filhos pequenos que ocupam cargos de gerência, apenas 25% são mulheres.
Isso sem falar na diferença de remuneração, um problema mundial que ainda apresenta disparidade de 20% nos valores.
Mulheres vivem mais e podem ter velhice mais pobre
No Brasil, a expectativa de vida das mulheres é de sete anos a mais em relação aos homens, segundo dados de 2015 do IBGE. Enquanto elas vivem até 79,1 anos, eles vivam até os 71,9 anos.
Com isso, surge uma outra questão: se as mulheres vivem mais e dependem financeiramente de seus parceiros, elas estão mais sujeitas a uma velhice também dependente financeiramente.
Além disso, por viverem mais, elas precisariam poupar mais dinheiro, o que não acontece em muitos casos. Seja por falta de conhecimentos sobre investimentos ou por não possuírem renda própria.
Uma pesquisa aponta que 80% das mulheres se consideram apenas iniciantes quando se trata de investimentos. Enquanto isso, entre homens esse percentual é de 50%.
“A expectativa de vida da mulher é maior e ela ganha menos. A longo prazo, a tendência é termos mais idosas pobres que idosos homens. A mulher precisa se preocupar mais com suas reservas”, afirma a diretora de ensino técnico da Escola Nacional de Seguros, Maria Helena Monteiro.